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Paulinho Cascavel (e o bigode) em Guimarães para lembrar... golos, claro

Redação
Futebol \ quinta-feira, setembro 22, 2022
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Ameaça constante dentro das quatro linhas, o brasileiro lembrou os golos contra o Sparta de Praga, a deslocação ao Porto: "Até se dizia que o ‘último a sair da cidade que fechasse a porta'".

O antigo avançado Paulinho Cascavel recordou os que os golos marcados ao Sparta de Praga, da então Checoslováquia, na edição 1986/87 da Taça UEFA, como sendo mais importantes dos 14 anos de carreira.

“Tínhamos empatado o jogo em Praga [1-1]. O Sparta [de Praga] esteve a ganhar aqui, mas eu marquei dois golos. Perto do fim do jogo, faço um grande golo [o segundo]”, recordou acerca do jogo disputado a 01 de outubro de 1986, dois dias antes de nascer o seu filho mais velho, Guilherme.

Campeão brasileiro pelo Fluminense, em 1984, e melhor marcador da I Divisão em 1987/88, já pelo Sporting, outro dos emblemas lusos que representou, a par de FC Porto e de Gil Vicente, Paulinho Cascavel lembrou o também o empate no Estádio das Antas (2-2), no jogo de estreia de Casagrande pelos ‘dragões’.

“Foi muita gente [do Vitória]. Até se dizia que o ‘último a sair da cidade que fechasse a porta’. Tive jogos maravilhosos, com boas lembranças”, acrescentou, frisando que o futebol, à época, era muito “diferente” do atual, mais assente na “velocidade”.

Autor de 60 golos em 73 partidas oficiais pelos vimaranenses, Paulinho Cascavel jogou, na segunda temporada no Minho, com N’Dinga, jogador também presente na gala do centenário do Vitória SC.